Carla Octaviani disponibiliza “resumão” da Reunião de CD de 25/04/25. Texto segue na íntegra:
Item 1 – ) Apreciação, aprovação ou rejeição das contas encerradas em 31/12/2024
Após uma breve apresentação do Conselho Fiscal e comissão de finanças recomendando a aprovação das contas fechadas na última gestão, foi dada a palavra aos Conselheiros:
– Saulo Duarte (aos 44:10 minutos da gravação) evidenciou o fato de que o PARECER DA AUDITORIA FOI CITADO, MAS NÃO NOS FOI ENTREGUE e sugeriu que, para o próximo encerramento de gestão, seja feito um RODÍZIO NA EMPRESA DE AUDITORIA, que já presta esse serviço ao clube há cerca de 20 anos.
– Carol Rogê (45:20 min) reforçou a ausência do documento da auditoria e a necessidade desse rodízio de empresas. Também apontou a INADEQUAÇÃO DE UM DOS MEMBROS DA COMISSÃO DE FINANÇAS, por ter uma relação íntima (Juliano, filho do ex-Presidente) com a última gestão e, portanto, configurar conflito de interesses.
– Eu, Carla Octaviani (46:42 min), coloquei os motivos pelos quais VOTEI PELA REJEIÇÃO DAS CONTAS (50:33 min), conforme texto que segue, ipsis literis:
“O Conselho Fiscal da Diretoria anterior, em seu penúltimo parecer, de 30-06-24, solicitou alguns documentos complementares que consideravam importantes (e que realmente são):
O cronograma físico-financeiro das obras do estacionamento e de todas as obras iniciadas no clube
Contratos da principal obra em andamento, que é o novo estacionamento.
Parecer atualizado de questões relativas ao IPTU de 2022, 2023 e 2024.
Analisando os documentos fornecidos, pude notar que nenhum desses documentos foi apresentado ao Conselho Fiscal, que sequer cita os mesmos em seu parecer de conclusão da gestão. Porém, são documentos de suma importância, sem os quais acredito não ser possível realizar uma avaliação financeira completa e ter tranquilidade na aprovação dos dados apresentados.
– Além disso, tenho uma outra objeção. Esse último parecer do CF cita a realização de uma auditoria independente, mas ela não foi apresentada, sendo que é o documento mais importante de todos e precisaria constar do que nos foi enviado, uma vez que, mesmo tendo recebido a análise realizada pelo Conselho Fiscal, precisamos ter condições de fazer nossa própria avaliação, uma vez que somos nós, do Conselho Deliberativo, e não o Conselho Fiscal, os responsáveis pela aprovação ou rejeição das contas.
Ainda sobre a auditoria independente, soube que foi realizada por uma empresa de pequeno porte, que não condiz com a atual situação financeira da SHC. Acredito que precisamos, não só de auditoria externa, mas que ela seja realizada por empresas de alto nível como por exemplo a Deloitte, ou Ernst & Young (EY)..
Nosso volume financeiro, como amplamente divulgado, supera o de muitos pequenos municípios e precisa ser encarado de forma profissional.
Entendam que essa solicitação não é uma questão de desconfiança e sim uma questão de nos mantermos realmente seguros, e isso inclui até o atual Presidente, que, sem esse tipo de ferramenta, assume compulsoriamente qualquer falha que possa ter ocorrido.
De acordo com o que expus, MEU VOTO É PELA REJEIÇÃO DAS CONTAS até que apresentem documentos mais sólidos, a começar por uma auditoria que esteja à altura da SHC dos dias atuais.
– Apesar das falas citadas, as contas foram aprovadas pela maioria dos presentes (só eu, Carla Octaviani, votei contra).
Item 2 – Plano de Obras e orçamento para 2025:
O Presidente Eduardo Coelho realizou a apresentação do Plano de Obras e orçamento para 2025 na ordem a seguir:
– Descrição de GASTOS NO VALOR DE R$ 2.680.000,00 QUE SERÃO NECESSÁRIOS PARA COMPLETAR AS OBRAS INICIADAS NA GESTÃO ANTERIOR E QUE EXTRAPOLARAM OS VALORES DIVULGADOS antes da Assembleia sobre o tema (53:08 min).
– Obras pretendidas para o ano de 2025, quase todas de complementação (como as lâmpadas LED e o reservatório para cumprir TAC, termo de ajuste de conduta (infelizmente me esqueci de perguntar a que se referia), infraestrutura (como a rede de fibra ótica e o redimensionamento do sistema de captação de água de chuva) ou reformas e extensões de pequeno porte.
Ao longo da apresentação, a palavra foi dada aos Conselheiros, que fizeram algumas sugestões pertinentes, das quais destaco a de Zica Rogê (1:26:00) sobre a NECESSIDADE pensar no clube para os próximos anos através DO INVESTIMENTO EM UM PROJETO MAIS AMPLO, QUE PENSE O CLUBE COMO UM TODO, através da necessária RENOVAÇÃO DE NOSSO PLANO DIRETOR.
Fora isso, mais dois pontos chamaram a atenção:
1- SOBRE A CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA PISCINA: O Presidente deixou claro que em 2025 serão realizados apenas ESTUDOS DE CUSTOS E LOCALIZAÇÃO, que serão amplamente discutidos antes de serem levados a uma Assembleia de proprietários.
2- BOULEVARD E WC FAMÍLIA DO CATETINHO, NO VALOR DE R$ 750.000,00, que me causou a seguinte DÚVIDA (1:45:24):
– Esse boulevard não deveria estar somado aos gastos referentes a conclusão de obras da gestão anterior? Que eu me lembre, as fotos de divulgação do projeto do novo estacionamento incluíam área de convivência e até projeto paisagístico.
E, a pedido do atual Presidente, quem respondeu minha pergunta foi o Presidente da gestão anterior, Pedro Pupo, que afirmou que as IMAGENS DIVULGADAS ERAM MERAMENTE ILUSTRATIVAS.
(Segundo a explicação dada, eu que me enganei. Mas acredito que não fui a única, já que as imagens de divulgação realmente davam a entender que o projeto que seria votado era completo, né?).
O Plano de obras proposto para 2025 foi aprovado por unanimidade.
Item 3 – Solicitação da Diretoria para realinhamento das taxas de Manutenção, Aquisição de Diploma, Transferência de Diploma e Transferência de Títulos, a partir de 01/04/2025
Confesso que fui para a reunião decidida a votar contra o aumento de 10% nas mensalidades, porém, diante da explicação do Presidente Eduardo Coelho ASSUMINDO O FATO DE QUE O CAIXA DO CLUBE ESTÁ BASTANTE APERTADO (2:05:49), já que o saldo deixado, em torno de 6 milhões, é suficiente apenas para cobrir as despesas ordinárias do clube por um mês (sendo que o ideal é ter, no mínimo, o suficiente para 2 meses), me convenceu da necessidade desse reajuste, que acabou sendo aprovado por unanimidade.
Observação: Não houve citação do reajuste de taxas das modalidades esportivas.
Ao longo da apresentação levantou-se a questão sobre os frequentadores isentos de pagamento das modalidades esportivas, os 65+ (2:19:53), além do fato de que muitos desses beneficiados são dependentes e, portanto, também isentos de mensalidade (2:21:17). Além disso, houve a exposição da prática, feita pelo Conselheiro Saulo Duarte, de alguns sócios venderem seus títulos e permanecerem no clube como dependentes de seus filhos (2:24:53), sendo que o Presidente do Conselho, Márcio Urbano, disse que O ASSUNTO É IMPORTANTE E DEVE SER TEMA DE OUTRA REUNIÃO AINDA DURANTE O MÊS DE ABRIL (2:25:40).
Item 4 – Aprovação da eliminação de Associados inadimplentes,
Apenas uma formalidade estatutária. Sem comentários.
Item 5 – Referendum de Diretores, conforme ofícios da Diretoria Executiva datados de 02, 21, 23 e 29/01, 19/02 e 06/03
– A conselheira Ana Carolina Rogê (2:50:14), iniciou os questionamentos a respeito da NOMEAÇÃO de três DEPENDENTES PARA DIRETORIAS ESTATUTÁRIAS (José Neto Verni, José Abrahão Jr. e Silvia H. Z. P. Coelho), uma vez que o estatuto veta essa prática.
– A partir dessa fala, o Presidente do Conselho, Márcio Urbano, (2:52:10) disse que a indicação de dependentes para esses cargos se tornou usual e já ocorreu em gestões mais antigas, nas quais, PARA CUMPRIR A DETERMINAÇÃO ESTATUTÁRIA, NOMEAVA-SE O CASAL para as Diretorias Estatutárias. Segundo ele, mais recentemente, deixaram de fazer isso pela prática ter se tornado parte integrante dos “usos e costumes” do clube.
– Conselheiro Bento REFORÇOU A FALA CONTRA A INDICAÇÃO DE DEPENDENTES PARA AS DIRETORIAS ESTATUTÁRIAS, VETADA NO ESTATUTO (2:52:53) se confessando um dos “culpados” por ter permitido que esse desrespeito viesse ocorrendo, já que essa ignorância ao que dita o estatuto também aconteceu nas últimas gestões (com José Abrahão Jr. e Stella Pupo), porém, disse que, apesar de reconhecer a capacidade dos nomeados (citou especialmente as qualidades de José Neto Verni), acredita ser NECESSÁRIO REALIZAR A RETOMADA DO CUMPRIMENTO DAS NORMAS ESTATUTÁRIAS.
– O atual Presidente, Eduardo Coelho, justificou as nomeações (3:01:27) pelo fato dessa prática ter sido aceita nas gestões anteriores e pela capacidade dos nomeados para o exercício das funções, E PEDIU QUE O CONSELHO RELEVASSE O QUE ESTÁ ESCRITO NO ESTATUTO (pedido que, logo depois, foi reforçado pelo Ex-Presidente Pedro Pupo).
– O Conselheiro nato PETER WALKER (3:09:56) disse que, se fosse necessário, bastava transformar os três dependentes em sócios militantes ou mudar o nome dos cargos para “Gerentes” ao invés de Diretores (ou seja, SUGERIU UM JEITO DE DRIBLAR O ESTATUTO).
– Alguns Conselheiros defenderam A NECESSIDADE DE FAZER A REVISÃO DO ESTATUTO, ao invés de burlar regras existentes.
– Eu, Carla Octaviani (3:12:25) comentei que acho uma grande falha do estatuto o fato de os dependentes não integrarem o quadro social, já que muitos frequentam o clube mais que os titulares, mas que A REGRA É CLARA E A REPETIÇÃO DO ERRADO NÃO O TRANSFORMA EM CERTO e, apesar da sugestão dada por Peter Walker para “encaixar” os Diretores irregulares ao estatuto, creio que precisamos PARAR DE USAR DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS, uma vez que Stella Rogê e Vitor Trabulsi, por exemplo, não integram mais o Conselho exatamente pelo mesmo motivo: sendo dependentes, não integram mais o quadro social.
(OBSERVAÇÃO): mais tarde me lembrei que na gestão da Stella Rogê alguns dos mesmos Conselheiros que votaram a favor de manter os Diretores irregulares, fizeram questão que Carla Bovi, mulher do Conselheiro (ausente) Alexandre Sigrist, fosse retirada do quadro de Diretores nomeados por ser sócia dependente – e ela nem havia sido nomeada para uma Diretoria estatutária, apenas do beach tennis).
– Conselheiro Bento (3:16:42) frisou a importância da revisão estatutária, mas afirmou que enquanto a ação contra os sócios que cancelaram os efeitos da última Assembleia perdurar não será possível mexer no estatuto e PEDIU QUE RENUNCIASSEM AO PROCESSO para que o clube possa seguir em frente.
– Posto o item em votação, a manutenção da ignorância do estatuto saiu vitoriosa, apesar dos votos contrários dos Conselheiros Carla Octaviani (eu), Bentinho, Carol e Zica Rogê, Ralph Tórtima e Oswaldo Seifert, se não me engano (não consegui ver).
O Presidente Eduardo Coelho (3:23:34) se comprometeu a fazer o possível para agilizar a alteração estatutária, mas DISSE NÃO PODER DESISTIR DA AÇÃO.
– Ralph Tórtima (3:28:43) justificou seu voto contra por, apesar de reconhecer a capacidade dos indicados, entender que NÃO É POSSÍVEL RENUNCIAR ao CUMPRIMENTO DAS REGRAS ESTABELECIDAS, mesmo que essas regras estejam carentes de ajustes.
Item 6 – Assuntos Gerais
– Eu, Carla Octaviani, pedi a palavra (3:32:19), e disse que MAIS IMPORTANTE DO QUE MUDAR O ESTATUTO, nesse momento, É PASSAR A RESPEITAR O ESTATUTO ATUAL e fiz minhas as palavras do Ralph, justificando meu voto contrário a manter os sócios dependentes como diretores estatutários. Também me coloquei à disposição para ajudar no que for possível com relação à revisão do estatuto, que estudei muitíssimo no último ano.
Também disse (3:33:09) que O CLUBE PRECISA SER APAZIGUADO, JÁ QUE MUITOS SÓCIOS SE SENTEM INSEGUROS E DESCONFIADOS POR CONTA DE DESRESPEITOS QUE VÊM OCORRENDO HÁ ANOS, um deles MAIS PRECISAMENTE DESDE 2020, quando JOVENS FREQUENTADORES PASSARAM A SER MANTIDOS NO CLUBE DE FORMA IRREGULAR, CONTRARIANDO A DETERMINAÇÃO ESTATUTÁRIA, conforme relato de uma dessas jovens em rede social.
Frisei que uma nova gestão é uma grande oportunidade de sanar as falhas, curar feridas. Então, SUGERI UMA DEMONSTRAÇÃO BOA VONTADE E DESEJO LEGÍTIMO DE RECONCILIAÇÃO através do ARQUIVAMENTO DAS AÇÕES DA COMISSÃO DE SINDICÂNCIA INSTAURADAS E MANTIDAS DE FORMA IRREGULAR, já que, INDEPENDENTEMENTE DO MÉRITO DAS PUNIÇÕES, É INDISCUTÍVEL QUE OS PROCESSOS ESTOURARAM O PRAZO DE ATÉ 30 DIAS PREVISTO (se o prazo pudesse ser renovado eternamente não precisaria estar citado no estatuto), ALÉM DE TEREM SIDO ENCABEÇADOS POR UM SÓCIO SEM COMPETÊNCIA ESTATUTÁRIA PARA O CARGO.
Depois disso alguns Conselheiros deram sugestões pontuais para a administração do clube e a reunião se deu por encerrada.
Apresentação da Orquestra Sinfônica na SHC e Corrida Track & Field Fazenda Santa Margarida: o que esses dois eventos ocorridos no último final de semana (16 a 18/05/2025) têm e comum?
Como sempre, nós, sócios da SHC, somos privilegiados com a oportunidade de participar de uma grande variedade de eventos oferecidos ou intermediados pelo clube. Basta ficar atento à programação, que é bastante variada.
Nesse final de semana, optei por participar de dois desses eventos: a apresentação da Orquestra Sinfônica de Campinas e a Corrida Track & Field Fazenda Santa Margarida e, apesar da grande diferença de características das duas atividades, algumas semelhanças entre elas me chamaram a atenção.
Dois eventos promissores, com propostas destinadas ao sucesso: lugares atrativos, público interessado, funcionários dispostos e empenhados, datas favoráveis. Porém, apesar de ainda terem valido a pena, ambos falharam no mesmo ponto: dimensionamento, ou, mais especificamente, LOGÍSTICA.
A corrida Track & Field (que tem o desconto de estar em sua primeira edição), apesar da localização e trajeto privilegiados, deixou muitos corredores enfurecidos pela dificuldade de acesso e estacionamento para o evento. A parte que cabia à equipe de corrida da SHC estava perfeita, como de costume, mas os organizadores gerais da corrida falharam nessa logística, causando grandes atrasos e minando a tão necessária tranquilidade de preparação da maioria dos atletas participantes.
Na apresentação da Orquestra presenciei algo muito parecido.
Eu estava ansiosa para rever a Orquestra Sinfônica de Campinas em nosso clube, pois a primeira experiência, durante a gestão de Stella Rogê, foi um dos melhores momentos que vivi na SHC, mas, infelizmente, a realidade mostrou-se muito distante da expectativa.
Eu estava no clube desde as 18:00 horas, devido a um ensaio de dança que acabaria perto das 19:30 h, mas, como moro no condomínio ao lado do clube, em teoria, meu tempo seria apertado, mas suficiente. Porém, quando deixei o ensaio, a Portaria 3, que foi destinada a entrada de convidados, foi fechada para nossa saída. Sem opção, tive que dar a volta no clube todo para alcançar a Portaria 1, levando quase 20 minutos no trajeto, que estava praticamente parado. Cheguei em casa bastante atrasada, e decidimos deixar o carro no condomínio e irmos a pé, evitando as longas filas e dificuldade de acesso às vagas de estacionamento. Chegando ao clube, decidimos aproveitar um serviço de vans montado na Portaria 3 para subir ao salão. No veículo que usamos, assim como no que veio logo atrás, só eu e meu marido éramos sócios, sendo que um casal e duas moças que se sentaram perto de nós disseram que faziam parte da lista de convidados e que vieram principalmente para poder conhecer o clube.
Chegando ao salão, que estava superlotado, não nos permitiram descer as escadas para o local da apresentação propriamente dita e nos direcionaram para a boate, onde instalaram telões e cadeiras para que pudéssemos assistir à distância. Estávamos todos juntos e misturados: sócios, seus familiares e todos os convidados (que eu nem sabia que seriam permitidos). Não havia nenhuma preferência ou privilégio, nenhuma área reservada, nada que nos diferenciasse. Cada um que “lutasse” a seu modo por um lugar para ficar… Aguentamos um pouco, mas, apesar da boa música, canto e poesia, decidimos ir embora, já que o objetivo era assistir uma apresentação ao vivo e não através de um telão… Sorte que o clube tem muitos encantos e salvamos nossa noite no bar do Andorinha.
Um amigo que conseguiu um bom lugar disse que entrou numa fila para acessar o salão perto das 18:00 horas, mas nem todo mundo tem condições de fazer isso. “Perrengues chiques”, alguns diriam. Mas, apesar de concordar que os eventos, mesmo com falhas, são louváveis, não pude deixar de fazer algumas reflexões:
– Será que realmente precisamos conviver com constantes “invasões” de não sócios?
– E se, por algum motivo, como no caso da Sinfônica*, precisamos liberar o acesso ao público, será que o fato de usarem nosso espaço não seria suficiente para, ao menos, termos lugares privilegiados reservados para nós, associados?
E, finalmente, – Será que não está na hora de repensarmos a quantidade de eventos acontecendo no clube ao mesmo tempo?
Como uma das “donas” do clube, sinto falta de ser priorizada, sinto falta de eventos lindos e interessantes, como os que já temos, mas que sejam exclusivos aos sócios e seus familiares, sem ter que “concorrer” com não sócios para acessar os benefícios maravilhosos que nosso clube tem para nos oferecer.
*IMPORTANTE: é sabido que a Orquestra Sinfônica de Campinas, sendo um órgão público, exige como contrapartida a permissão de acesso ao público em geral, mas, em posse dessa informação, creio que seria interessante, em ocasiões futuras, rever o dimensionamento do evento, a logística de acesso e, principalmente, criar uma forma de privilegiar a acomodação dos sócios.
Saudações,
Carla Octaviani.